Nos Estamos Unidos, está rolando uma brincadeira muito divertida chamada Manneqin Challenge. Consiste em gravar um vídeo com as pessoas paradas igual um manequim com uma posição de alguma ação. Meu professor de Educação Física me mostrou um vídeo de uns jogadores da NBA fazendo o Mannequin Challenge, eu achei muito legal. Logo quando eu cheguei em casa, eu procurei no You Tube, e vi que um monte de artistas, que eu gosto como o Hayes Grier (https://www.youtube.com/watch?v=NZHd37bJmDU ) e até mesmo o James Corden (https://www.youtube.com/watch?v=PxUzHrqeCxY), também tinham postados. Achei super interessante, pois parece mesmo que eles sao manequins de verdade. Se eu fiser com meus colegas na escola escola, acho que ficaria muito maneiro, já pensou!!!! Mannequin challenge CFV hahahahha ia ser muito legal.
Rachel acorda. E bebe um tipo de veneno que
lhe dá a sensação de estar sorvendo um suco de urtigas. À medida que o líquido
desce pela garganta, ela sente a pele queimar, bem como a formação de uma
trilha de marcas vermelhas. Horas mais tarde, gotas abrasadoras caem do céu e,
em um clube local, ela assiste pessoas se banhando em piscinas da substância
irritante. Para eles, não é problema algum, mas se Rachel ousar tocar a
substância, sofrerá a dor da queimadura.
Não se trata de nenhuma bizarra
realidade alternativa. Este é o mundo da britânica Rachel Warwick, que é
alérgica a água. É um mundo em que banhos de banheira são situações de pesadelo
e que um mergulho no mar é uma ideia tão pouco atraente quanto deslizar por um
tobogã de gilete. "Essas coisas são minha ideia de como deve ser o
inferno", diz a mulher.
Qualquer contato com a água, incluindo
seu suor, deixa Rachel com irritações doloridas, inchaços e coceiras que podem
durar horas. "É como se eu tivesse corrido uma maratona. Fico cansada e
tenho que me sentar para recuperar a energia. É horrível, mas seu eu chorar as
coisas só pioram: minha cara incha", explica.
A condição é conhecida como urticária
aquagênica. Está certamente longe de ser prazerosa, mas você deve estar mais
interessado em saber como Rachel consegue sobreviver. Afinal, todos os dias
algo nos lembra de que a água é a necessidade mais básica da vida - tanto que a
Agência Espacial Americana (NASA) baseia sua busca por vida extraterrestre na
existência de água. Pelo menos 60% do corpo humano é composto de água. Um
adulto de 70kg contém 40 litros do líquido.
Mas a água em nosso corpo não parece
ser um problema para quem sofre da urticária aquagênica. As reações alérgicas
são detonadas pelo contato com a pele e ocorrem a despeito de temperatura,
pureza ou salinidade. Mesmo a água destilada várias vezes vai causar problemas.
"Quando as pessoas sabem da
minha condição, elas fazem perguntas do tipo 'como você faz para comer ou
beber' ou 'como toma banho'. A grande verdade é que você precisa aguentar a dor
e seguir a vida", diz Rachel.
A doença confunde os cientistas tanto
como nós. Tecnicamente, a urticária aquagênica não é uma alergia, pois é uma
provável reação imunológica despertada pelo corpo em vez de uma reação a
agentes externos, como pólen ou amendoins.
Uma das primeiras teorias para
explicar como a doença funciona é que a água interage com a camada mais externa
da pele, composta majoritariamente de células mortas e substância oleosa que
mantém a pele úmida. Contato com a água pode fazer com que esses componentes
liberem compostos tóxicos, levando a uma reação imunológica. Especialistas
também sugerem que a água simplesmente pode dissolver elementos químicos na
camada de pele morta, fazendo com que eles penetrem em camadas mais profundas,
onde causam a reação imunológica.
A teoria mais ousada é que a condição
é deflagrada por diferenças de pressão que acionam por osmose o alarme
imunológico quando a água deixa a pele.
Quaisquer que sejam as causas, porém,
a urticária é uma doença devastadora e que pode transformar vidas, como explica
o dermatologista Marcus Maurer, fundador da ECARF, um centro alemão de estudos
de alergias. "Tenho pacientes que sofrem de urticária há 40 anos e que
ainda acordam com manchas e edemas diariamente", explica
Pessoas que sofrem deste mal pode
desenvolver ansiedade ou depressão, preocupando-se constantemente com o próximo
ataque. "Em termos de qualidade de vida, é um das piores doenças de pele
que se pode ter", acrescenta Maurer.
Rachel tinha 12 anos quando foi diagnosticada,
depois de perceber uma irritação na pele quando nadava. Ela não foi enviada
para testes. O método padrão de diagnóstico é manter a parte superior do corpo
molhada por meia hora e ver o que acontece. "Meu médico conhecia a
condição e me disse que o teste seria pior".
Sobreviver com a urticária não é um
problema, mas suportá-la diariamente é outra história. Em períodos de muita
chuva, por exemplo, Rachel não pode sair de casa. Atividades corriqueiras como
lavar a louça precisam ser executadas pelo marido. Ela limita os banhos a
apenas um por semana. Para minimizar o suor, ela usa roupas leves e evita
exercícios.
Assim como outras pessoas com a
condição, Rachel bebe muito leite, já que a reação não é tão ruim quanto com a
água. E ninguém sabe o porquê. O tratamento até agora é feito basicamente
através do uso de anti-histamínicos, e para entender a razão da pouca evolução
da busca por uma cura, é preciso primeiro entender o que acontece durante uma
reação.
Tudo começa quando células
imunológicas na pele, conhecidas como mastócitos, liberam proteínas
inflamatórias (histaminas). Em uma reação imunológica normal, as histaminas são
extremamente úteis, fazendo com que os vasos sanguíneos se abram o suficiente
para a entrada de glóbulos brancos, que atacam invasores. Mas durante uma
reação à água, tudo o que você recebe são os efeitos colaterais: os fluidos
causam inchaços na pele. Ao mesmo tempo, as histaminas ativam neurônios cuja
principal função é fazer com que tenhamos coceiras. Isso provoca as lesões
conhecidas como vergões.
Na teoria, os anti-histamínicos
deveriam funcionar todas as vezes, mas na prática as drogas tiveram resultados
mistos. Em 2014, Rachel foi enviada para o ECARF, em Berlim, como parte de um
documentário. Médicos sugeriram que ela tomasse uma dose maior do remédio. Ela
fez isso e, a pedido dos médicos, nadou em uma piscina. Não funcionou.
"Fiquei me coçando loucamente e parecia que tinha uma doença horrível de
pele", lembra Rachel.
Mas, desde 2008, o ECARF vinha
estudando uma alternativa aos anti-histamínicos, concentrando-se nos mastócitos
- mais precisamente no que poderia acionar a produção de histaminas. Estudos em
laboratórios apontaram para um culpado - o anticorpo IgE, responsável por
alergias "verdadeiras", como a pólen ou pelos de animais. "Em
vez de reagir a algo do mundo exterior, essas pessoas (os portadores de
urticária aquagênica) estão produzindo IgE em resposta a algo acontecendo no
interior de seus corpos", diz Maurer.
Tudo do que precisavam era de uma
droga que pudesse bloquear os efeitos do IgE. E já havia uma no mercado. O
Omalizumab foi originalmente desenvolvido como tratamento para asma. "O
laboratório que produzia a droga não acreditou quando pedimos para
usá-la", lembra o dermatologista. Em agosto de 2009, os médicos testaram o
Omalizumab em uma mulher de 48 anos com outra forma rara de urticaria, acionada
por pressão. Por três anos, a paciente desenvolvia irritações na pele com o
mínimo toque. Era ruim ao ponto das irritações aparecerem até quando se vestia
ou penteava.
Mas após apenas uma semana de
tratamento, os sintomas diminuíram sensivelmente. No final de um mês,
desapareceram. Desde então, os cientistas descobriram que o Omalizumab é eficaz
contra mesmo as formas mais obscuras de urticária. "Essa droga mudou o
jogo completamente", diz Maurer.
.
Um de seus primeiros pacientes foi um professor que reagia ao próprio suor. Não podia mais dar aulas porque seu rosto inchava durante as aulas. Mas apenas uma semana de tratamento mudou sua vida.
Isso deveria ter representado um final feliz para Rachel. Mas há um porém: a droga ainda não passou por testes clínicos extensivos que comprovem sua eficácia e, por isso, sistemas de saúde pública como o NHS britânico não custeiam seu uso. Esse foi o problema que Rachel encontrou em 2014 quando teve o Omalizumab receitado. Sem cobertura do NHS, a droga custaria milhares de euros por mês.
Como a urticária aquagênica afeta apenas uma em cada 230 milhões de pessoas no mundo, isso significa que apenas 32 pessoas no planeta sofrem da doença. Um número insuficiente para grandes testes clínicos. E a droga está chegando ao fim de sua patente, o que faz com que a Novartis, a empresa que fabrica droga, não pense investir pesadamente em testes ou mesmo no desenvolvimento de novos tratamentos. A barreira final para cuidar da urticária aquagênica não é científica, mas sim econômica.
Pelo menos por enquanto, Rachel vai ter que esperar para realizar o sonho de poder fazer natação. Ou dançar debaixo da chuva.
Comentários - Nunca iria imaginar que uma pessoa pudesse ser alérgica a água. Não gostar de tomar banho e beber água, já ouvi várias de várias pessoas, mas não poder nem tocar, é inacreditável.
Espero que as indústrias possam investir no medicamento para diminuir o sofrimento dela. Vou agora pensar duas vezes antes de reclamar para ir tomar banho.
A turma perde a timidez, amplia os horizontes culturais e trabalha bem em grupo quando a arte cênica faz parte do currículo
Mesmo
sem se dar conta, todos os dias ao entrar na sala de aula você e seus alunos
tomam emprestados alguns recursos da linguagem teatral. Ao ler um conto em voz
alta, os estudantes naturalmente impostam a voz e mudam a entonação marcando os
diferentes personagens. Para manter a atenção da turma em suas explicações é
bem provável que você imponha ao corpo uma postura mais rígida, abuse dos
gestos e capriche nas expressões faciais. Mas o teatro pode ser usado também
como uma ferramenta pedagógica. "Uma das grandes riquezas dessa atividade
na escola é a possibilidade do aluno se colocar no lugar do outro e
experimentar o mundo sem correr riscos", avalia Maria Lúcia Puppo, professora
de licenciatura em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (USP). E são
muitas as habilidades desenvolvidas com essa prática.
O
contato com a linguagem teatral ajuda crianças e adolescentes a perder
continuamente a timidez, a desenvolver e priorizar a noção do trabalho em
grupo, a se sair bem de situações onde é exigido o improviso e a se interessar
mais por textos e autores variados. "O teatro é um exercício de cidadania
e um meio de ampliar o repertório cultural de qualquer estudante", argumenta
Ingrid Dormien Koudela, consultora do Ministério da Educação na elaboração dos
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) na área.
A criatividade é o único recurso indispensável
"A
escola não precisa de um espaço com poltronas confortáveis ou ricos figurinos
para montar uma peça", avisa a atriz e orientadora pedagógica Beth
Zalcman, da Escola Eliezer Steinbarg-Max Nordau, do Rio de Janeiro.
O
professor Leandro Karnal, da Universidade de Campinas, vai no mesmo caminho que
Beth. Ele lembra que ainda durante a época colonial os jesuítas já utilizavam o
teatro como exercício escolar com bons resultados e sem grandes recursos.
"Cabe a cada professor descobrir os recursos necessários para o trabalho
que pretende desenvolver. Mas o principal é sempre a criatividade",
alerta.
A
linguagem lúdica, multifacetada e pouco dependente da escrita é ideal para
colocar em cartaz com a garotada espetáculos sobre a cultura local ou os
acontecimentos cotidianos, por exemplo. A atividade desenvolve a oralidade, os
gestos, a linguagem musical e, principalmente, a corporal.
Contato com companhias profissionais é valioso
A
presença efetiva da arte de representar na educação brasileira é um fenômeno
recente. O ensino de Educação Artística, regulamentado em 1971, sempre priorizou
as artes plásticas. Com o passar do tempo, a aproximação entre escolas e grupos
teatrais e o crescimento dos cursos de graduação em Artes Cênicas pelo país
contribuíram para o aumento e a valorização do teatro em sala de aula.
Você
pode incluir atividades baseadas nessa linguagem em seu planejamento e ir além.
Uma forma é fazer parcerias com grupos de teatro da região. O contato com
atores profissionais é muito rico. Ele possibilita a discussão sobre o
aproveitamento dos espaços físicos da escola e o intercâmbio de ideias e
experiências.
Vale
a pena também ficar atento à programação cultural da cidade. Entre em contato
com companhias teatrais e veja a possibilidade de trazê-las para a escola. E,
se possível, leve a turma a uma sala de espetáculos para assistir a montagens
profissionais. "O hábito de ir ao teatro também deve ser desenvolvido nas
aulas de Artes", conclui Ingrid.
Os cuidados para montar um bom projeto
Fazer
teatro na escola não é simplesmente encenar uma passagem da nossa história ou
levar para o palco os personagens e a trama do livro lido pela turma no
encerramento do semestre. De acordo com Tuna Serzedelo e Maíra Silveira,
professores do Colégio São Luís, de São Paulo, trabalhar com a arte da
representação exige conhecimento técnico. Por isso, para desenvolver um
trabalho que introduza crianças e jovens nessa linguagem, os professores das
diversas disciplinas devem se associar ao de Artes. Aprenda com a experiência
da dupla.
Coloque
a classe em contato com diversos livros de autores com estilos variados e
observe o tipo de texto (tragédia, comédia, situações do cotidiano, mistério
etc.) que mais chama a atenção do grupo.
Em
uma encenação, podem ser transmitidos conhecimentos culturais, históricos,
científicos ou morais, por exemplo, mas eles não devem ser vistos como
objetivo, e sim como consequência. O ideal é que os alunos se envolvam com a
trama e os personagens e sintam prazer em representar.
Peça
que os estudantes façam um mapeamento dos folguedos populares, festas, autos e
outras manifestações folclóricas que possam ser representadas na escola.
Evite
montar um espetáculo que já esteja pronto e não busque se aproximar do que foi
encenado por alguma companhia famosa. Incentive o grupo a criar suas próprias
encenações. "Cada montagem é única", apregoa Serzedelo. O professor
dirigiu uma adaptação feita pelos próprios alunos do Ensino Médio de O Caso dos
Dez Negrinhos, da escritora inglesa Agatha Christie.
Deixe
as crianças ousarem. Maíra já trabalhou com a garotada na montagem de uma peça
que uniu elementos dos clássicos Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, e
Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna. O resultado foi o espetáculo Auto da
Barca da Paulista, numa referência à famosa avenida da capital paulista, que
passa próxima ao colégio. Ações como essas, sugeridas pelos adolescentes, têm
maior chance de fazer sucesso.
Estimule
a participação de todos os estudantes, sem exigir profissionalismo. Há os que
falam baixo ou os que ficam de costas para a platéia. Mas todos podem aprender.
Fotografe
e filme as encenações. Depois, convide a classe para analisar a montagem. Esse
exercício de auto-avaliação serve para afinar as próximas apresentações.
Comentários - Seria um sonho se na minha escola tivesse aula de teatro. Meu pai me falou que teve aula de teatro no Colégio Brigadeiro Newton Braga. Dois alunos se tornaram artistas na época dele. Heloísa Perisse e Telmo Fernandes. Minha mãe na época em que estudou em escola pública também teve Artes Cênicas.
Também vejo nos filmes americanos que todas as escolas tem aula de teatro. Acho que ajuda muito a perder a timidez e melhor se expressar. Gostaria muito de fazer teatro.
Cratera
imensa em via no Japão é consertada em uma semana
Trabalhadores viraram noites para fazer reparo rapidamente.
Prefeito diz que solo agora está 30 vezes mais resistente.
Via em Fukuoka já estava em plenas condições de funcionamento uma semana
depois do aparecimento de uma enorme cratera. Na imagem da esquerda, o buraco
há uma semana. Na da direita, como ficou nesta terça-feira (15) (Foto: Jiji
Press/AFP)
A grande cratera de cerca de
300 metros quadrados que apareceu na terça-feira (8) da semana passada na
região central da cidade de Fukuoka, no Japão,
causou causando interrupção do tráfego, já está fechada. Uma semana depois do
incidente, o local já foi reaberto, numa demonstração típica do esforço e
eficência japoneses.
O prefeito da cidade,
Soichiro Takashima, disse que o solo agora está 30 vezes mais resistente que
antes, e acrescentou que uma comissão de especialistas seria criada para
determinar a causa exata da cratera.
Operários trabalharam dia e
noite para consertar o estrago. Segundo a mídia local, citada pelo jornal 'The
Guardian", em dois dias o buraco já estava praticamente preenchido.
As autoridades de Fukuoka,
quinta maior cidade do Japão, com 1,4 milhões de habitantes, suspeitam que o
afundamento foi provocado pelas obras para a ampliação de uma linha de metrô,
informou a agência "Kyodo".
O pavimento começou a afundar
em um cruzamento entre duas importantes avenidas em frente à estação
ferroviária de Hakata, a maior da cidade e o buraco foi aumentando gradualmente
até atingir cerca de 20 metros de largura e 15 de comprimento, obrigando a polícia
a esvaziar os edifícios e as áreas próximas. A cavidade começou a encher de
água procedente dos tubos subterrâneos.
Por se tratar de uma das
principais vias da cidade, o fato causou problemas no trânsito e deixou mais de
100 residências sem energia elétrica, daí a urgência em solucionar o problema.
Comentários - Tantas coisas o Brasil importa de outros países, poderíamos também importar rapidez e eficiência do Japão.
Buraco é o que mais tem nas ruas do Rio de Janeiro. Obras que acabaram de ser construídas, já precisam de remendos. Foi o que aconteceu no novo túnel do Joá.
Se o dinheiro fosse bem utilizado pelo governo, seríamos tão eficientes quanto o Japão.
Dicas para aproveitar a Black Friday nos
Estados Unidos
Leve essas dicas para a sua viagem
aos Estados Unidos e aproveite a Black Friday original
O que é Black Friday? significa Sexta
Feira Negra. Tradicional nos EUA, é a sexta-feira após o dia de Ação de Graças,
ou Thanksgiving em inglês, dia em que a maioria das lojas oferecem os maiores
descontos possíveis. Este ano a Black Friday cai no dia 25 de novembro. Vai
para os EUA? Siga as dicas e boas compras:
Faça
uma pesquisa online antes da viagem
Pesquise antecipadamente os valores
dos produtos que pretende comprar. Na Black Friday, alguns itens acabam não
tendo descontos expressivos na data e entram no meio dos demais produtos com
preços que não valem muito a pena.
Compare
preços
Confira o preço dos mesmos produtos
em diferentes lojas. Nos Estados Unidos a divulgação da Black Friday começa uma
semana antes e as lojas anunciam os produtos em encartes impressos. Faça esse
comparativo também em sites.
Faça um
roteiro com as lojas que pretende ir
Selecione os lugares em que estão os
produtos que pretende comprar e vá direto ao destino correto. Organizar a
caminhada em busca dos melhores preços economiza tempo e evita a fadiga. Nos
Estados Unidos a Black Friday é levada a sério e as filas são imensas, então é
preciso ter foco.
Crie
uma lista de compras em ordem de importância
Priorize a compra dos itens que você
realmente precisa. Evite comprar produtos desnecessários só porque estão
baratos.
Utilize
cupons de desconto
A maioria das lojas oferecem
descontos por meio de cupons. Leve-os impresso para apresentar no momento da
compra. Os cupons ficam disponíveis nos jornais impressos ou também na
internet. Alguns Outlets possuem livros de cupons impresso, eles são vendidos, mas
vale a pena comprar.
Leve
anúncios impressos
Algumas lojas cobrem os valores de
outras mediante a apresentação do anúncio. Isso é ótimo para economizar tempo e
conseguir comprar todos os itens em um único lugar.
Priorize
produtos eletrônicos
Produtos eletrônicos são mais caros,
então os descontos acabam sendo mais vantajosos e por isso são os primeiros a
esgotarem das prateleiras. Coloque os produtos eletrônicos no topo da sua lista
de compra.
Confira
as especificações técnicas do produto antes da compra
Alguns produtos nos EUA têm
especificações diferentes e que muitas vezes dão trabalho para serem utilizadas
ou fazer atualizações em países diferentes. Isso é comum para celulares,
tablets, televisores ou vídeo games.
Acerte
no tamanho
Roupas e calçados nos EUA tem
numeração diferente do Brasil e na correria para fisgar o produto que deseja
muitas vezes não dá para provar. Confira a tabela de numeração e anote para não
sair no prejuízo.
Evite
trocas posteriores
Evite comprar algo pensando que se
não der certo você poderá trocar. Nos Estados Unidos trocar produtos podem dar
trabalho e ainda custar mais caro por ter que pagar taxas de troca.
Alugue
um carro
Se você pretende viajar com a família
ou em grupo para fazer as compras, alugue um carro para sair em busca das lojas
que pretende fazer compras. Além de economizar com transporte vai facilitar na
hora de levar as compras, garantido não esquecer nada no taxi.
Separe
a equipe
Se for às compras em grupo,
separem-se para que cada um consiga comprar o que deseja. Homens preferem
eletrônicos e mulheres roupas e acessórios, então não vá fazer seu companheiro
perder a oportunidade de comprar o produto que sempre desejou pelo preço dos
sonhos. Não se esqueça de levar o celular para se encontrarem no final.
Vá a
lojas de departamento
Se você não liga pra produtos de
coleção passada, essas lojas são muito boas. Têm roupas, bolsas, óculos, tenis
de marcas renomadas (Michael Kors, Calvin Klein, Fossil, Tommy Hilfiger, Ralph
Lauren, Guess) por preços muito baixos. Nessas lojas tem que garimpar bastante,
elas são gigantes e têm poucas peças do mesmo modelo e são todas de coleções
antigas. As lojas mais conhecidas são: Marshalls, Burlington, TjMaxx e Ross.
Aproveite
sem estresse
A lojas são muito lotadas durante a
Black Friday, então vá com bastante paciência. Tenha na cabeça a ideia de que
se conseguir comprar a metade das coisas que deseja já está bom!
Faça um
seguro viagem
Durante o mês de novembro a Mondial
Travel vai oferecer descontos especiais na contratação do Seguro Viagem.
Acompanhe o Blog e as mídias sociais e não deixe de viajar com proteção. Vale a
pena, afinal depois de fazer tantas compras não dá para correr o risco de
perder sua mala e ficar no prejuízo, certo? O seguro tem cobertura para
extravio de bagagens e uma série de outros itens. Para 25% off utilize
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Outlets dos Estados Unidos
– Sawgrass é o maior
Outlet dos Estados Unidos e conta com as maiores marcas americanas.
Endereço: 12801 W Sunrise Blvd,
Sunrise, FL 33323, Estados Unidos.
Endereço: 535 N Kendall Dr, Miami, FL
33156, Estados Unidos.
COMO CALCULAR O VALOR REAL DO
PRODUTO:
Giselle Cristina Farias, Analista de
International Claims da Mondial Assistance Brasil, explica como calcular o
valor dos produtos comprados no exterior:
No caso de compras realizadas no
estado da Flórida, o percentual limite de imposto sob compra permitido por lei
nos Estados Unidos é de no máximo 9,5%. O que é praticado lá gira em torno de
6% sobre todas as compras de roupas, eletrônicos, perfumes, relógios
ou compras de outros produtos feitas por turistas de outros países. O
mesmo vale para alimentação. Este percentual é aplicado sob o valor da compra
no ato do pagamento, ou seja, o preço de um produto exposto em vitrine não é o
preço final. Acrescente ao valor anunciado a alíquota de 0,38% sob o valor da
compra, se o pagamento for feito com cartão de crédito. Lembrando que a
conversão do valor para Reais cobrado na fatura do cartão não utiliza
o Dólar Comercial (que hoje está em 3,20), que é a cotação utilizada no mercado
financeiro, mas sim o Dólar Turismo (que hoje está em 3,34), obviamente mais
caro que o Dólar Comercial;
Se você vai fazer compras nos
EUA, basta calcular 6% sob o valor anunciado do produto + IOF quando for pagar
com cartão de crédito e converter para Reais à taxa do Dólar Turismo.
Se a opção é importar via internet,
basta calcular o preço do produto + taxa de frete + IOF de 0,38% sob o valor do
produto (se pagar com cartão de crédito). Lembrando que para importar a entrega
está sujeita a tributação dependendo do produto. As taxas são: II (Imposto
de Importação/ taxa da alfândega de 60%), IPI (Imposto sobre
Produtos Industrializados, percentual conforme tabela da RF) e ICMS (%
variável de 0 à 10% dependendo do estado brasileiro recebedor).
Exemplo: Comprei um brinquedo, importei do Aliexpress e paguei USD 25,21
(produto + taxa de entrega). Convertido, totalizou R$ 87,56. Sendo um
item leve, a importação de brinquedos é vantajosa. Como o site me permitiu
pagar com boleto, fiquei isenta de IOF.
No Brasil o mesmo produto custaria em
média R$ 120,00 + taxa de entrega R$15 (aproximadamente) = 135,00
Comentários - Com tantas notícias ruins no mundo, achei alguma coisa prazerosa. Um dos sonhos é estar nos Estados Unidos nessa época do ano. Deve ser muito divertido.
Lógico que é necessário ter grana para gastar com as coisas que eu quero, mais também, isso faz parte do sonho.
Meu pai me falou que no Brasil, poderia ter um igual. Nem precisaria ter descontos de loja. Bastava reduzir os impostos dos produtos.